
Na mão ou na mesa.
Perfeito para temperar, dar o toque final ou oferecer como presente.
Três formatos, o mesmo sabor. Escolha o que faz sentido para si.
Conheça o nosso processo
Perfeito para temperar, dar o toque final ou oferecer como presente.

Um formato para quem gosta de ter o azeite sempre por perto enquanto cozinha.

Para as famílias onde o azeite faz parte de todas as refeições e momentos à mesa.
Por detrás de cada garrafa, há um longo processo que começa no olival.
Em outubro ou novembro, começa o tempo da apanha. Por todo o Norte de Portugal, os produtores preparam as redes e o equipamento para colher a azeitona que chega ao nosso lagar. O início da colheita varia de olival para olival, conforme a maturação do fruto e as condições meteorológicas de cada ano.
No terreno, convivem diferentes formas de trabalhar. Nos olivais mais pequenos, continua a ser comum o uso de varas para varejar os ramos, mantendo uma prática que atravessa gerações. Nos olivais maiores, um abanador acoplado ao trator sacode o tronco e facilita a apanha. Em todos eles, estendem-se redes no chão, debaixo das oliveiras, para recolher a azeitona à medida que cai.
É destes olivais que vem a azeitona que recebemos.
Cru, o azeite mantém tudo o que a azeitona tem de bom. Faz parte da dieta mediterrânica, e a investigação coloca-o entre as gorduras mais saudáveis para o dia a dia.
Há formas simples de apreciar um bom azeite. Num prato com pão para molhar, o seu sabor ganha destaque, sozinho ou com umas gotas de vinagre balsâmico.
Nas saladas, o azeite envolve os ingredientes e liga os sabores. Com salsa, cebola e pimento picados, torna-se um molho verde para acompanhar peixe, carne ou legumes. É também uma forma de conhecer o azeite: sentir o aroma, descobrir o sabor e escolher as combinações de que mais gosta.

Gostou do que viu?
Venha ver um dos poucos lagares da região minhota e provar o nosso azeite.